Sexta-feira, Janeiro 11, 2008


NOVA PEÇA DO GIU



Teatro: "Sonho... Mas Talvez Não"

Oi Futuro –
De Luigi Pirandello | Tradução: Sérgio Flaksman | Direção: Eduardo Tolentino | Elenco: Ana Elisa Paz e Giuseppe Oristanio,
até 24 fevereiro, de sexta a domingo, às 19h30|
Capacidade – 84 lugares |
Classificação Etária 14 anos|
Ingressos – R$ 10.
Sinopse:
Radicado em São Paulo, o premiadíssimo diretor Eduardo Tolentino, do Grupo Tapa, traz para o palco do Oi Futuro este texto inédito de Pirandello. A trama mostra situações aparentemente triviais, entre uma mulher e seu amante, que convergem para o inusitado de um desnorteado pesadelo, que oscila entre sonho e a realidade.

OI FUTURO, fica na Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo – Nível 7 | Tel: (21) 3131-3060

Próximo ao Metro Largo do Machado e Catete.

Postado Por: Adri às 2:03 PM


Sexta-feira, Outubro 19, 2007


MALHAÇÃO 2001


Postado Por: Adri às 10:45 PM


Quinta-feira, Outubro 18, 2007


LUZ DO SOL - RECORD - 2007


Postado Por: Adri às 10:15 PM



DONA ANJA - Memória da TV!


Postado Por: Adri às 10:10 PM



GIU, NA NOVELA "NINHO DA SERPENTE" - NA BAND.


Postado Por: Adri às 10:06 PM


Sexta-feira, Janeiro 20, 2006


Para quem não sabe o Giu tbm tem uma comunidade no orkut, é só copiar e colar o endereço:

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=613865



Postado Por: Adri às 3:02 PM


Quarta-feira, Dezembro 28, 2005



FELIZ 2006 ! ! !

Postado Por: Adri às 7:57 PM


Domingo, Dezembro 04, 2005


Ih, gente eu esqueci de dizer que eu tirei esta reporatagem do jornal:
Fonte : Tribuna do Brasil
Data : 03 de novembro de 2005


Postado Por: Adri às 7:38 PM



Comédia de quinze anos revive com a corrupção
Autor: Lúcio Flávio
Encenada pela primeira vez durante o governo de Fernando Collor, a peça A Maracutaia, de Miguel Falabella, faz crítica ferina aos políticos e volta aos palcos de Brasília em momento mais do que oportuno
Em pleno governo Collor, Miguel Falabella recebeu dos atores José Wilker e Giuseppe Oristanio - na época parceiros na novela Fera Ferida - a incumbência de levar para os palcos o texto Mandrágora, do filósofo político italiano Nicolau Maquiavel (1469 ¿ 1527). Crítica mordaz daqueles tempos, a obra, segundo eles, se encaixaria como uma luva no cenário político brasileiro daquele início de década. ¿Eu já havia feito esse espetáculo antes e achei que, para época, era oportuno. Mas acontece que o Falabella fez algo mais interessante, que foi adaptar o texto para os dias atuais. Resultado: o espetáculo foi um sucesso estrondoso¿, lembra o ator Giuseppe Oristânio.
Quase quinze anos depois, A Maracutaia reestréia em Brasília. Segundo Oristanio, um dos protagonistas da trama, o momento da volta do espetáculo - mais uma vez sugerida durante os bastidores de outra novela, dessa vez A Lua Me Disse, escrita por Miguel Falabella - não poderia ser tão propício. ¿Fizemos questão de que a volta do espetáculo fosse em Brasília. É bastante emblemático, infelizmente. Espero que o público possa prestigiar a peça e expurgar toda a raiva do momento¿, brinca o ator, que encarna o lobista Ligúrio.
Completam o elenco os atores Juliana Baroni, Luis Salém, Thelma Reston, Rafaela Paiva e Tadeu Melo, o Tatá do programa A Turma do Didi. Na trama, eles encarnam personagens conhecidos do grande público, caricaturas de figuras do atual escândalo. As referências devem fazer a festa do público. ¿O texto original é uma ¿tiração¿ de sarro do Maquiavel, uma crítica super ferina daquela época. O que o Miguel (Falabella) fez foi a mesma coisa, só que numa roupagem nova, reescrevendo alguns personagens. Em A Maracutaia temos até um deputado da bancada nordestina. É uma turma muito esperta que, assim como esse ¿bandinho¿ que está envolvido nos atuais escândalos políticos, no final vai acabar se dando bem¿, revela Giuseppe Oristanio.



Postado Por: Adri às 7:37 PM



DIVULGAÇÂOOOOOOOOOOOOO! PRIMEIRA MÂO !!!
Gente estou divulgando que a peça do Giu, A MARACUTAIA estará em cartaz no Rio de JAneiro, a partir do dia 06/01/2006.
Lá no Norte Shopping!
Tá todo mundo ewscalado para assistir, viu?
Bjus, Dri


Postado Por: Adri às 7:19 PM


Quinta-feira, Setembro 08, 2005


Gente quanto tempooooo!!!
Bom, tenho novidades!!!
Em novembro o Giu vai estreiar uma nova peça!

A Maracutaia

Quando? -> Na primeira semana de Novembro

Local:-> Em Brasília.

Texto e Direção: ->Miguel Falabella

TODO MUNDO LÁ, HEIM !!!Outra novidade, o Giu tem uma comunidade no ORKUT:

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=613865

Bjinhos, gerais,
Dri.


Postado Por: Adri às 9:10 PM


Quinta-feira, Fevereiro 10, 2005





Crônica nova do Giu, do site:
As novidades
Giuseppe Oristanio
Eis-me aqui, novamente, para exaltar os avanços da ciência. São tantos, que eu escolhi apenas quatro pra hoje. Primeiro: Os caras descobriram que o terremoto da Ásia, que eles julgavam ter sido de 9 pontos na Escala Richter, foi, na verdade, de 9.3 pontos, o que, a princípio, pode parecer um aumento sem significado. Só que os estudiosos explicam que esse negócio de Escala Richter é fogo. Esses zero virgula três pontinhos extras na medição significam muita coisa. Esse aumento leva o terremoto que provocou as tsunamis para o terceiro lugar entre os maiores de que se têm notícia. A falha tectônica da Índia separou-se da falha da Birmânia mais de 10 metros, provocando as tsunamis no Índico onde morreram quase 300 mil pessoas. Desastre total. Segundo: Os camaradas-cientistas, esses danadinhos que ficam procurando cabelinhos em gema de ovo com a paciência dos monges do Tibet, descobriram que um cidadão que sofre uma desilusão amorosa, uma dor de corno, tão comum nesses nossos dias de emancipação, esse cara, a vítima de uma paixão mal resolvida, sofre, fisicamente, algo parecido com um infarto. É terrível. Diz que a gente libera uma quantidade enorme de adrenalina, endorfina, sei lá que coisa que o organismo da gente faz que parece um ataque do coração. Eles chamam isso de Síndrome do Coração Partido. Bonito, né? Mas, cá entre nós, isso nem é lá grande novidade. Todos nós que já tivemos um amor perdido ou que já carregamos, num mix de auto-compaixão e orgulho, aquele par de chifres na testa, sabemos bem como fica o coraçãozinho da gente. Terceiro: Essa é o máximo e serve aí pra mulherada que anda com a libido no chinelo. Agora, meninas do Brasil, agora existe um spray de testosterona que aumenta o prazer sexual da mulherada. Vai transar? Não use Rexona ou Chanell Número 5, use o Spray de Testoterona e você vai se sentir nas nuvens. Quarto: Essa é fogo. Os caras, os cientistas, entraram numas de catalogar todas as espécies que encontrarem na Terra com código de barras. Catalogou? Fez um testezinho de DNA? Então coloca o Código de Barras e pronto. Da próxima vez é só fazer leitura ótica como no supermercado. Agora, imagina uma situação assim:- a menina tá ali, sem vontade de nada, mais pra Dercy Gonçalvez de que pra Aline Moraes, arrastando as tamancas no carpete, então ela dá uma espirrada de Spray de Testosterona, fica ligadona e pronta pra arrebentar com o primeiro marmanjo que passar. Então ela vai escolher porque mulher é mais seletiva que homem, é ou não é? Aí ela acha um cidadão mais ou menos pros padrões dela, disfarça, puxa o leitor ótico da bolsa e passa na testa do cidadão só pra ver qual é a dele. Se aprovou na leitura ótica, ela arrasta o cidadão pra cama e faz loucuras. Provoca tsunamis de proporções avassaladoras. Deixa o cara destruído de amor e vai embora. Como conseqüência, o cidadão fica apaixonado e entra naquela Síndrome do Coração Partido porque a danada da mulher já se foi com spray e tudo. Dá vontade de chorar. É triste , né?! Acho que vou tomar um porre. Mas eu nem bebo, cacete!

Postado Por: Adri às 7:30 PM


Domingo, Janeiro 30, 2005




Gente não poderia de colocar aqui, a caricatura que uma amiga minha e fã do Giu fez! Ficou muito bom! Luiza, valeu! Ficou lindoooooooo!
Obrigada!


Postado Por: Adri às 7:14 PM


Quarta-feira, Janeiro 26, 2005


Nova crônica do Giu ( a primeira de 2005 )


INVENTÁRIO
Giuseppe Oristanio


A gente sempre acaba ganhando um agenda nova no final do ano. Há vezes em que é uma ótima agenda, daquelas que têm DDD do Brasil inteiro e do mundo, que têm mapa-mundi, têm inclusive um monte de coisas que não servem pra nada, mas que dão charme praquele caderninho que você pretende carregar ao longo do ano novo e que você espera sempre ser melhor que o anterior. Agenda nova nas mãos, começa a tarefa de transferir os dados da antiga agenda praquele caderninho estalando de novo. Isso implica em selecionar folha por folha, telefone por telefone, rabisco por rabisco, por que, claro, a gente começa escrevendo com letra bonita, números claros, mas isso dura até a primeira semana, depois vira aquela confusão de flechas e setas que empurram uma informação de uma página pra outra, de um ponto obscuro de fevereiro para um garrancho escondido ao lado da Semana Santa. Isso sem contar aquelas anotações que você faz e, você sabe, (afinal, a letra é sua), que é uma coisa importante, mas só tem um número sem nome, ou um nome sem número:- Dr. Percídio Marcondes da Fonseca?! Quem será esse cara, meu Deus?! Vai lembrar como, se a informação é do mês de maio e você tá aí, agora, curtindo a ressaca do reveillon?! Outras informações, talvez cifradas, talvez explícitas, você lembra bem. Algumas você desejaria esquecer, outras nem precisariam de anotação porque estarão, quer você queira ou não, guardadas pra sempre naquela agendinha que a gente esconde em algum lugar secreto dentro da cabeça. A verdade é que o ato de transpor os dados da agenda antiga pra agenda nova nos mostra um bom pedaço de nós mesmos e do que foi nossa vida no ano que passou. Pode até brotar alguma emoção ao se deparar com coisinhas escritas ali, naquele caderninho. Na minha agenda de 2004 tem anotado um rol de dívidas, setas e flechas que me empurraram do incerto para o ainda mais obscuro, do ligeiramente assustador para o tenebroso. Paradoxalmente, a agenda registra uma atividade incessante, muitas viagens e grandes vitórias em meio às batalhas perdidas. Há, na agenda, uma letra nervosa que denota uma intensa atividade recheada de enormes e quase insuportáveis emoções. Ao fazer a mudança da grande agenda de 2004, (que ganhei), para a pequena e simpática agenda de 2005, (que ganhei também), parece que acabei deixando pra trás um peso difícil de carregar. O peso de um ano que talvez tenha sido carregado no tempero das emoções. A agenda de 2004, como as outras, ficará arquivada. Ela contém o pior e o melhor de mim. Mais do que números e nomes, a agenda me revela, subliminarmente, um monte de compromissos para 2005. 2005 já chegou, meu amigo. Eu vou sair por aí, agendinha nova debaixo do braço, em busca dos compromissos que assumi comigo mesmo nesse ano que passou. São muitos e eu preciso correr. Me dá licença e feliz ano novo.


Postado Por: Adri às 12:43 PM


Domingo, Novembro 21, 2004


Agora o blog do Giu, tbm tem um livro de visitas! Sejam bem vindos! E aproveitem bastante e deixem seus recadinhos aqui!
Mil bjinhos,
Dri

Postado Por: Adri às 7:34 PM


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